quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Relatos de Uma Noite Fria.

Raios de sol entram pela minha janela e os meus olhos ainda abertos piscam encadeados. De relance meu olhar alcança o tic tac do relógio, que só me mostra como o tempo passou rápido. Pensamentos no âmbito do tudo e do nada desintegram os minutos de noites frias como essa. Esperança inexistênte. Inconsiência flexada por você. 2 doses de desejo incurável. E meia dose de indiferença, consistente em tentativas sem sucesso de neutralizar meu interior.
Distância. Lembranças. Saudade. Indiferença. Tudo. Nada. Você. Amor. Você. Ódio. Lembranças. Saudade. Distância.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Devaneios do Nada.

Uma fração de segundo, um mero pensamento. Um intuitivo olhar interno. Um sentimento sincero. Segundos passam, ideias concretizam-se.
Fecho os olhos. Para ver você. Parar. De ver você. Argumentos soltos te sobrepõem.
Uma droga, uma cicatriz. Um vício, uma marca. Unútil pensar, impossível esquecer, sufocante não te ver.
1, 2, 3, 4.
Jamais serão 1, 2, 3, 4.
Os dias passam, devagar. E ao seu lado eu quero estar. Apenas esqueça, rapidamente, sem deixar seu sistema divagar.
E no fim, tudo é fase. São tudo devaneios do passado. Sentimentos em vão. Travessões sem continuação. Vírgulas inacabadas. Um navio, que não navegava.
Me pergunto então. Se há algo mais, além de devaneios do coração. Devaneios em vão. Saída errada. Tente novamente. Devaneios incertos. Devaneios do Nada.