terça-feira, 14 de setembro de 2010

Devaneios do Nada.

Uma fração de segundo, um mero pensamento. Um intuitivo olhar interno. Um sentimento sincero. Segundos passam, ideias concretizam-se.
Fecho os olhos. Para ver você. Parar. De ver você. Argumentos soltos te sobrepõem.
Uma droga, uma cicatriz. Um vício, uma marca. Unútil pensar, impossível esquecer, sufocante não te ver.
1, 2, 3, 4.
Jamais serão 1, 2, 3, 4.
Os dias passam, devagar. E ao seu lado eu quero estar. Apenas esqueça, rapidamente, sem deixar seu sistema divagar.
E no fim, tudo é fase. São tudo devaneios do passado. Sentimentos em vão. Travessões sem continuação. Vírgulas inacabadas. Um navio, que não navegava.
Me pergunto então. Se há algo mais, além de devaneios do coração. Devaneios em vão. Saída errada. Tente novamente. Devaneios incertos. Devaneios do Nada.